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A Receita Federal de São Paulo realizou, na manhã da última quarta-feira (25), um leilão de mercadorias apreendidas em fiscalizações ou abandonadas. O evento foi um sucesso, e os interessados puderam enviar suas propostas até o final da terça-feira (24).
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Com isso, 214 lotes foram colocados à venda, sendo que 189 foram arrematados por uma soma de R$ 333,9 milhões.
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Ao todo, foram 4.723 proponentes, mas apenas 384 foram habilitados a participar da fase de disputas realizada na manhã da última quarta.
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De forma inusitada, um conjunto de três iPhones 14 pro max foi adquirido por uma pessoa física pelo valor de R$ 12,6 milhões.
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De acordo com a Receita Federal, existe uma hipótese de ter havido um
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Dessa forma, o edital do leilão deixava claro que os lances são de exclusiva responsabilidade dos licitantes, não cabendo alegações de erro ou demais pretextos para alteração dos valores.
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Caso não aconteça o pagamento, o edital reitera que o vencedor do lance estará sujeito à sanções.
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Perda do direito de recebimento do lote (que poderá ser destinado a outro leilão). Além de suspensão de participação em leilões da Receita Federal por até dois anos e multa administrativa de 20% sobre o valor mínimo do lote; no caso dos três iPhones seria o equivalente a R$ 2.400.
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Além disso, carros usados foram por uma média de R$ 16 mil, enquanto um de álbuns de K-pop e teclados de computador recebeu lance máximo de R$ 27 mil.
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Por outro lado, vinte e três lotes não foram arrematados, dentre eles o de joias. Da mesma forma que dois foram excluídos da licitação, um de máquinas fotográficas e outro de smartphones.
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O maior valor do arremate foi do lote nº 168, que tinha como itens 612,2 mil folhas de EVA coloridas, 499 mil placas de EVA coloridas e com glitter. O valor mínimo era de R$ 200 mil, mas uma pessoa jurídica arrematou por R$ 230 milhões.
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No lote 191, um caminhão do ano 2004 tinha o valor de R$ 55 mil e foi arrematado por R$ 56,5 milhões
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O lote nº 14 era focado em celulares, com 3 iPhones pro max. O valor mínimo era R$ 12 mil, mas o valor do arremate final foi de R$ 12,6 milhões.
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Novamente focado em eletrônicos, o lote 17 continha um Macbook pro, dois iPhone 14 e um par de tênis Nike Adapt Auto Max. O valor mínimo era de R$ 10 mil, porém foi arrematado por R$ 11 milhões.
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Focado em eletrônicos, o lote 45 era composto por um iPad, dois Mac Mini, um iPhone 14, um Apple Pencil e três AirPods pro com o valor mínimo de R$ 6 mil, mas arrematado por R$ 8 milhões.
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O lote de nº 176, focado em produtos químicos, tinha 52,2 mil unidades de Polipropileno, 14,8 mil unidades de borracha sintética e 205,8 mil unidades de Polímero de Etileno. O valor mínimo exigido foi de R$ 300 mil, entretanto o valor arrematado foi de R$ 1,7 milhão.
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O lote 122, voltado aos artigos capilares, tinha 800 kg de cabelo humano tipo remy e um valor mínimo de R$ 40 mil. No entanto, o arremate final foi de R$ 1,1 milhão, por uma pessoa jurídica.
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Em mais um lote focado em artigos capilares, o de nº 148 era composto por 799,4 kg de aplique de cabelo humano e 322,2 kg de aplique de cabelo sintético. Com o valor mínimo de R$ 700 mil, uma pessoa jurídica (empresa) desembolsou R$ 1 milhão para ficar com os produtos.
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Composto por 9,8 mil câmeras de segurança, 12 mil condutores elétricos, 19,5 mil adaptadores, 370 conversores elétricos e 98 gravadores/reprodutores de discos, o lote de nº 6 tinha o valor mínimo de R$ 350 mil. Contudo, mais uma vez, uma pessoa jurídica ficou com produtos, desta vez com o valor de R$ 800 mil.
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A Receita Federal costuma apreender produtos importados que são adquiridos por meios que não o oficial. Vão desde coisas simples como papel até automóveis e artigos eletrônicos como smartphones, tablets, notebooks e consoles de videogames.
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Para aumentar a arrecadação e não deixar esses produtos encalhar, o órgão realiza leilões que procura vender as mercadorias àquele que der o maior lance. Cidadãos comuns podem participar e devem seguir uma série de regras pré-estabelecidas.Para participar, a pessoa física ou jurídica deve estar em dia com a Receita Federal.
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